Dois gênios se encontram em um
cantinho qualquer do universo brasileiro:
ZÉ CELSO (ZC): Você viu, Villa, o que meu grupo fez
com suas músicas?
VILLA LOBOS (VL): Vi e adorei, Zé! A direção musical do
Felipe Botelho é linda, pondo aquela turma pra cantar lindamente e as partes
corais são realmente de rasgar o coração.
ZC: Da maneira mais antropofágica possível eles deglutiram a
monumentalidade de sua obra e a devolvem com uma banda de apenas nove músicos e
dezesseis cantoras/cantores.
VL: E o resultado é de uma beleza incrível. Adorei, Zé
Celso. Aquelas garotas (voz e cello) que interpretam a cantilena da Bachiana
Nº5 me arrepiaram os cabelos e a banda muito à base de percussão é
estimulante. O que dizer então das peças
corais? Nossa, redescobri ali as minhas músicas.
ZC: Quem idealizou esse trabalho foi o meu companheiro
Marcelo Drummond junto com o músico Felipe Botelho e eles puseram o Roderick
Himeros, velho de guerra, para dirigir. E tem câmera captando ao vivo imagens
da cena, bem ao estilo do Oficina.
VL: Nas imagens tem até fotos minhas!! E que dizer da abertura com música de “Floresta
do Amazonas”? E aquele final majestoso com a parte coral do Choro Nº 10? RASGA
CORAÇÂO!!
ZC: Que bom que você gostou, Villa. Acho que o público
também vai gostar!
VL: Sem dúvida, tanto aqueles conhecedores e admiradores da
música clássica, como aqueles que nunca tinham ouvido falar do Villa Lobos.
ZC: Que bom ouvir isso, Villa!
VL: Cumprimente o seu pessoal por esse belíssimo trabalho.
ZC: Ah!! Bem que eu o faria ... se pudesse!!
Essa maravilha teatral/musical está em cartaz no Teatro Oficina tem apenas mais três apresentações programadas. NÃO PERCA e saia alegre e energizado como eu saí.
18/07/2026






Nenhum comentário:
Postar um comentário