O Teatro FAAP é um aconchegante espaço
situado dentro da Fundação Armando Álvares Penteado no Pacaembu. Dispõe de 477 poltronas e um espaçoso palco sustentado por duas enormes colunas que são um
verdadeiro desafio à criatividade dos cenógrafos que ali têm que criar o
cenário de um espetáculo.
Ao lado da bilheteria tem uma
cafeteria e a sala de espera pode se estender para um amplo jardim situado
defronte à entrada para a sala de espetáculos.
Há exatos 50 anos os spots do teatro
se acenderam para iluminar o espetáculo de estreia da casa: “A Moratória” de
Jorge Andrade com direção de Emílio Di Biasi tendo no elenco Mariam Mehler,
Carlos Augusto Strazzer e Riva Nimitz entre outros.
A partir daí aquele palco recebeu
cerca de 70 importantes espetáculos que fazem parte da história do teatro
brasileiro realizados pelos nossos encenadores mais importantes ( José Possi
Neto, Celso Nunes, Bibi Ferreira, Paulo Autran, Cacá Rosset, Aderbal Freire
Filho, Jorge Takla, Jo Soares, Enrique Diaz, Felipe Hirsch, Elias Andreato,
Charles Möeller, Duda Maia, Fernando Philbert, Rodrigo Portella, Gerald Thomas,
só para citar alguns) e interpretados por Lilian Lemmertz, Paulo Betti, Antônio
Fagundes, Paulo Autran, Irene Ravache, Juca de Oliveira, Gloria Menezes, Tarcísio
Meira, Laura Cardoso, Rodrigo Santiago, Giulia Gam, pessoal do Ornitorrinco, os
Parlapatões, Christiane Torloni, Beatriz Segall, Diogo Vilela, Debora Bloch,
Raul Cortez, Marília Pêra, Debora Falabella, Maria Manoella, Marco Ricca,
Denise Fraga, Yara de Novaes, Emílio de Mello, Fernando Eiras, Marco Nanini,
Mariana Lima, Marcelo Medici, Lilia Cabral, Dan Stulbach, Marieta Severo,
Marilia Gabriela, a Barca dos Corações Partidos, Mel Lisboa, Cacá Carvalho,
Marcos Caruso, Totia Meirelles, Marisa Orth, Vera Holtz, Luciana Braga, Cassio
Scapin, Amanda Acosta, Norival Rizzo, Marcos Vera e Edwin Luisi que são apenas alguns dos nomes dos elencos de ouro que
pisaram em um palco que se tornou sagrado, um verdadeiro “solo da fama”.
Como não lembrar de “O Homem Elefante”
(1981), “De Braços Abertos” (1984), “Divinas Palavras” (1986), “A Comédia dos
Erros” (1994), “Tio Vânia” (2003), “Mademoiselle Chanel” (2004), “Hamlet”
(2008), “In On It” (2010), “Pterodátilos” (2011), “Incêndios” (2013), “Auê”
(2016), “O Escândalo Philippe Dussaert” (2018), “By Heart” (último espetáculo de 2020 dentro da MITsp seguido
da pandemia que fechou os teatros por bom tempo), “F(r)icções” (2023), “Eu Sou
Minha Propria Mulher” (atualmente em cartaz).
O Teatro FAAP tem um currículo notável
não só na quantidade, mas principalmente na qualidade, garantida pelas
curadorias que já passaram por ele, hoje nas mãos do Luque Daltrozo.
VIVA O TEATRO FAAP NO SEU MEIO SÉCULO!!
12/10/2026



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