quinta-feira, 6 de agosto de 2015

UMA NOITE MÁGICA


 
 
        Mágica, talvez seja a palavra que melhor defina a noite de 29 de julho de 2015, quando lancei meu livro O Teatro Paulistano de 1964 a 2014 – Memórias de Um Espectador no Centro Cultural Roberto Vasco em São José do Rio Preto.
        Os preparativos sempre sob o olhar atento e carinhoso do Linaldo Telles já foram promissores: divulgação, arranjos para entrevistas no jornal e na TV da cidade, além de um entusiasmo contagiante.
 
 
        O Centro Cultural é um espaço muito bonito e aconchegante com uma grande área externa cheia de verde e de flores, além de um bar. Internamente há a sala principal - uma caixa preta extremamente versátil dotada de arquibancada -, camarins e depósitos.
        Com o melhor dos acolhimentos por parte de Linaldo, Roberto Brito e Marlon Morelli fui recebido naquela noite com uma grata surpresa: a decoração da sala para o evento. O espaço cênico estava dividido em três partes: de um lado uma mesa com um abajur na qual eu daria os autógrafos, do outro lado outra mesa também com abajur e um lindo baú onde ficaram acomodados os livros que seriam vendidos pela Izabel. Ao centro um lindo tapete vermelho com um banco de três lugares e outro banco individual. Ao fundo um telão para a projeção dos slides e na frente a arquibancada. Decoração simples e de muito bom gosto.
 
 


        O evento contou com a presença de cerca de 30 pessoas (incluindo a Icléa, velha amiga dos tempos de colégio que hoje reside em Rio Preto) que ouviram atentamente a minha conversa sobre o livro durante aproximadamente uma hora. A seguir fizemos a leitura dramática de Todo Mundo Nasce Louco, crônica que escrevi em 2005 e que é o epílogo do livro. Esta leitura contou com as participações luminosas de Linaldo (Cacilda), Cibele (Lilian) e Carol (Lélia) paramentados com roupa preta e chapéu coco para a apresentação. Que lindo presente!
 
 

        Quando recolhia o material ao final da apresentação notei que a Luiza, menina linda e simpática de uns 11 anos filha de um dos componentes do Centro Cultural, estava folheando as páginas do texto que tínhamos lido. Perguntei se ela queria o mesmo, ela muito alegre respondeu que sim e pediu que eu o autografasse. Esse talvez tenha sido o autógrafo que eu dei com a maior alegria.
        Continuamos o bate papo na parte externa sob a benção da lua cheia. Para completar a mágica da noite me foi oferecido vinho numa fina taça de cristal com desenhos de uvas que o Linaldo disse ter trazido da cristaleira de sua madrinha.
 

        Delicadeza, carinho e atenção.

        Explode coração!

        Obrigado amigos por essa noite inesquecível.


06/08/2015

       

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